segunda-feira, 9 de março de 2009

Bolsa em crochê

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Bolsa Leblon - Tamanho 19 cm x 28 cm

Material

Pingouin Bella: 1 bola duna (704) e bola capuccino (712); ag. para crochê Pingouin nº 3 1/2,
1 bolsa pronta no tamanho da receita, com alça de 30 cm de comprimento.

Pontos empregados

Correntinha (corr.). Ponto baixíssimo (p.bxmo.): introduzir a ag.; laç.; puxar o p. e passá-lo diretamente no p. da ag.. Ponto alto (p.a.): laç.; introduzir a ag.; laç.; puxar o p.; laç.; rem. 2 p.
e com outra laç.; rem. todos os p.. Rede de ponto alto: seguir o gráfico.
Amostra - Um quadrado de 10 cm em rede de p.a. com a ag. nº 3 1/2 = 20 p. x 8 carr.

Realização

Com o fio capuccino, fazer uma corr. de 56 p. mais 3 corr. para virar e trabalhar em rede de p.a.. Trabalhar em círculo fazendo a 1ª carr. nos dois lados da corr.. A 20 cm do começo, parar. Fazer uma carr. de ponto alto nos pontos da rede de p.a. seguindo o esquema das cores do gráfico e seguindo as setas para formar as flores (fazer 4 p.a. em cada seta). Trabalhar as flores em cores alternadas conforme a foto. Alças (2) - Com o fio capuccino usado duplo fazer uma corr. de 90 p., fechar em círculo e trabalhar em p.b.. A 2 cm do começo, parar.

Modo de armar
Revestir a bolsa com o trabalho de crochê. Costurar o trabalho da alça em 20 cm da abertura, em seguida revestir a alça (da bolsa) com o crochê dobrando o trabalho ao meio.
Receita do site da Pingouin
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História do crochê

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História do Crochê

Pouco se conhece dos primeiros idos do crochê, mas acredita-se que os primeiros trabalhos foram feitos com os dedos. Alguns teorizam que o crochê evoluiu de práticas tradicionais na Arabia, América do Sul ou China, mas não existe nenhuma evidência decisiva dessa técnica antes de sua popularidade na Europa durante o século 19. Os escritos mais velhos que se tem datam do ano de 1812 e a primeira receita de crochê publicada apareceu na revista holandesa "Penelope" em 1824.
No século 19 na França, Reino Unido e America , o crochê começou a ser usado como um substituto mais barato para as outras formas de rendas. O preço da linha de algodão industrial estava baixando, e apesar das rendas de crochê gastarem mais linha do que as rendas de bilro e outras, o crochê era mais rápido de fazer e mais fácil de ensinar.
Durante a Grande Fome Irlandesa, freiras Ursulinas ensinaram mulheres e crianças locais a fazer crochê. O trabalho delas eram mandados por toda a Europa e America e eram comprados pela beleza e também por questões caridosas para ajudar aquela população faminta.
Por todo o mundo, o crochê tornou-se uma indústria caseira em franca expansão, particularmente na Irlanda e Norte da França, sustentando comunidades cujo meio de vida tradicional foi devastado pelas guerras, mudanças da hábito nas fazendas , uso da terra e perda das colheitas. Mulheres e as vezes crianças, ficavam em casa e criavam peças do vestuário e da casa para ganharem dinheiro. Esses trabalhos eram comprados principalmente pela classe média emergente. Esses tempos fizeram o crochê ser estigmatizado como uma prática das classes baixas e não como uma técnica em si. Aqueles que podiam comprar rendas feitas por métodos mais caros desdenhavam do crochê como uma cópia barata. Essa impressão foi parcilamente desfeita pela Rainha Vitória que comprava renda de crochê irlandes e até aprendeu a crochetar. Crochê irlandês foi promovido mais tarde pela Madame Riego de la Branchardiere por volta de 1842 , que publicou gráficos e instruções de como reproduzir rendas de bilro e rendas de agulha via crochê, e muitas outras publicações de como fazer roupas de crochê com lã. Essas receitas eram variadas e complexas.
A moda no crochê mudou com o fim da era Vitoriana. As cores fortes desapareceram e surgiram as publicações com linhas brancas ou pálidas, exceto para as bolsas chiques feitas de linhas de seda brilhantes e miçangas . Depois da Primeira Guerra Mundial, poucas receitas de crochê foram publicadas, e a maioria delas eram versões simplificadas daquelas oriundas do começo século 20. Depois da Segunda Guerra, do começo dos anos 40 até o início dos anos 60, houve uma resurgência no artesanato, particularmente nos Estados Unidos, com muitos desenhos novos e imaginativos. Foram usados nessas receitas linhas mais grossas do que aquelas do período anterior e muitas cores variadas foram incluídas. A prática do crochê permaneceu primariamente uma arte da dona de casa até o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, quando a nova geração popularizou os quadrados da vovó e incorporou cores vibrantes. Embora o crochê tenha declinado em popularidade nos anos subsquentes, o início do século 21 tem visto o interesse pelo artesanato em geral ser revivido, como também uma grande melhoria na qualidade e variedade das linhas. Existem muitas novidades em publicações e agora muitas lojas de linhas oferecem lições de crochê em adição as tradicionais lições de tricô.
Texto retirado do blog > Q ARTE

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

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